domingo, 29 de agosto de 2010

O amado e a mulher que ocupa o primeiro lugar.

Uma estória rodeada por anjos, querubins e cupidos que junto com a mão de Deus abençoaram e deram de presente para o mundo, dois pequeninos com o poder de multiplicar o amor, arrancar sorrisos e lágrimas de felicidade e encher um número incontável de pessoas de alegrias.

Esses são “o amado”. Davi, com nome de rei, e a (pequena) “mulher que ocupa o primeiro lugar”. Mary, variação em inglês de Maria. Nome da mulher que carregou o Filho de Deus em seu ventre.

O nome dessas jóias já os credenciam status, porém, o orgulho que ambos proporcionam tem muito mais do que a credencial de um nome.

Felicidade, alegria, orgulho, união. Foi pra isso que vieram, é isso que já causam, mesmo tão pequenos, mesmo sem saberem.

Dois destinos escritos pela mão de Deus.

Duas bênçãos concedidas por Deus.

Duas Jóias guardadas pelo poder de Deus.

Bem vindos ao mundo, meu amado rei DAVI e minha pequenina mulher que já ocupa o primeiro lugar no coração de muitos, MARY


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

além dos esteriótipos

Nem todo carioca é malandro

Nem toda mulata é sambista

Nem todo Romário é marrento

Nem todo menino é da Vila



Nem todo craque é Pelé

Nem todo camisa 10 é Zico

Nem todo cristão é cheio de fé

Nem todo garoto da zona sul é rico



Nem tudo é como se vê

Nem tudo é como se pensa

Tudo pode ter outra superfície

E descobri-la pode valer a pena


quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Nem tudo que vem, vai.

O verão passou, o outono se foi, o inverno terminou e a primavera fez tudo se encher de cor. Assim a vida seguiu e algumas vezes esse ciclo se repetiu. Durante esse tempo, nem da pra contar quantas vezes o céu mudou de cor ou nós mudamos de humor, quantas vezes o destino mudou nossos caminhos e quantas vezes falamos ou pensamos no amor.

De rédeas bambas com as palavras, hoje eu abri a janela e fiquei namorando a lua, a dona da beleza de certo lugar e pensando nos diferentes amores da vida, logo, me peguei lembrando de um amor de praia, daqueles que dizem não subir serra, que quando o verão acaba, pronto, já era.

Lembrei dos olhos verdes da menina e ao fechar os meus, pude ver a lua, não, não. Eu vi Kahlua. Fui completamente tomado pelo Espírito Santo e em pensamento, ainda que rapidamente, fiz uma viagem, passando por vários lugares, de Linhares à Irirí, de Itaúnas à Guarapari e na imagem, ainda via Kahlua e lembrava principalmente das raízes que um dia deixei em Marataízes.

De tanto pensar naquela que deve ser admirada, perdi-me em meus próprios pensamentos tentando entender por que estaria o nome da cidade no plural quando o correto deveria ser “MaraTaís”, “Mar_à_Taís” ou “Mara Taís”

Amor de praia parece ter mesmo uma forte ligação com o movimento de ir e vir das ondas, com a diferença de que com esses, não precisamos nos preocupar com ressaca.

E quer saber, por mais que o amor não suba serra, o verão sempre volta no ano que vem, então, que mal teria, se à vezes um pensar no outro, o outro pensar no um também?

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Viver sem perder a capacidade de sonhar

Essa noite eu sonhei com você.

Calma, não se assuste. Eu também sonhei com ela.

Sonhei com você, com ela, comigo, com um quarto de dormir e curiosamente, nesse quarto de dormir também havia uma janela lateral.

De lá, nós víamos um sinal de glória, mas não era de uma igreja, e sim de uma bela paisagem, onde não haviam muros brancos, porém uma infinidade de cores em árvores, céu, nuvens e flores. Voos de pássaros? Sim, lá estavam eles, voando, mostrando toda a liberdade para aqueles que da janela lateral do quarto de dormir admiravam as cores vibrantes, os raios de sol e muito provavelmente se sentiam felizes com a agradável companhia.

Enquanto dormia, o sonho se resumiu a isso, mas acordado, foi muito além. Transformei o sonho em um sonho, dei asas à imaginação e ela foi voar mais alto do que os pássaros da paisagem.

Como não sabia exatamente onde ficava a casa do tal quarto que tinha uma janela lateral, imaginei então uma casa grande, porém, inocente em um ranchinho a beira chão. Bem ao estilo casa no campo, rede na varanda, fogo baixo aceso fogão de lenha. Ao fundo, um pomar onde as aves cantavam, um cercado para apartar os bezerros, as vaquinhas leiteiras e um burrão. Um coberto para guardar um pilão.

Já que a casa era grande, nós estávamos acordados, com a janela lateral do quarto de dormir aberta, um fogão de lenha aceso e o sonho era meu, resolvi convidar mais gente. Família e amigos a vontade, por que sonho de vida que se preze tem que ter todo mundo reunido. A mulherada com mais experiência de vida (não quero usar a palavra “velha”) as voltas com a comidaria, tudo em fartura e o restante curtindo o som da viola e da sanfona que até eu mesmo tocava. Lá, a viola tocava alto nos peitos humanos e era um bom remédio para qualquer desengano e mesmo quando a viola parava, continuávamos escutando a melodia da passarada que não parava de cantar, o gado berrando, uma sinfonia de pardais e em um tom mais destacado, o sabiá cantava, no alto de um jequitibá.

Podíamos ser todos da cidade, mas lá estávamos sorrindo, brincando, comendo, vivendo sem ter algo exclusivo para ninguém, no campo, no meio do mato, só pensando em estarmos bem. Só pensando na paz que era visível por todos os cantos, seguindo por toda extensão de um regato que cortava a campina até o deságüe em uma lagoa com água cristalina. A paz só era interrompida pela nossa festança que tinha dança, farta comida e as melhores companhias.

Tem mais gente de passagem? Abra a porteira, se achegue e conforme for, fique pra pernoitar. Aqui a gente é boa e hospitaleira. Tem comida a vontade e moda boa pra tocar. Moda ligeira aqui é uma doideira, assanha o povo e faz todo mundo dançar, mas também tem moda lenta, que faz sonhar.

Eu fui falar em sonho, que pena. Isso me fez lembrar que tudo não passou de um sonho. Mas eta trem bão que tava por lá. Nem vontade deu de pra vida real voltar. Mas aqui o relógio anda ligeiro e eu ainda tenho um dia inteiro para enfrentar. Mas fica a expectativa da chegada da noite com mais sonhos tranquilos e do dia em que esse sonho irá se realizar.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Como? quando? Quem? por que? onde?

Se afinal de contas, são as perguntas que movimentam o mundo...
Por que a gente vive em busca de respostas?
A gente vive em busca de respostas por quê?
De que serviriam as respostas, se não houvessem as perguntas?
Eu já vi um tanto de perguntas sem respostas, mas, e respostas sem perguntas, você já viu?

As perguntas podem nos causar diferentes sensações...



Existem as que nos deixam, momentaneamente sem respostas:

[Pai da Namorada] E então rapaz, quais são as suas reais intenções?
[namorado para a namorada] Quer casar comigo?
[namorada para o namorado] o quê você está olhando pra lá heim?


Existem as que nos dão vontade de responder...

[subterrâneo do prédio onde você mora. O elevador se abre e a pessoa te pergunta]

“Vai subir?”
“não, meu apartamento vai descer.”

Mas é melhor deixar pra lá.


Existem as que são muito bem pensadas:

“tostines vende mais por que é fresquinho ou é fresquinho por que vende mais?”
“quer pagar quanto?”
“deu duro?...”
"Você já tomou seu ACTIVIA de hoje?
“por que a lata da Brahma é branca?



Existem as que viram melodia:

“pra que mentir fingir que perdoou?”
“por que não eu, ahh ahh, por que não eu?
“de que me adianta viver na cidade se a felicidade não me acompanha?
“por que choras assim?”


Existem as imbecis, mas que acabam intrigando:


“se o pato perde a pata, ele fica viúvo ou manco?”
“por que os kamikazes usavam capacete?”
“por que aquele filme com o Kevin Costner se chama ‘dança com lobos’ se só aparece um único lobo em todo o filme?”
“como se escreve zero em algarismo romano?”
“como que a placa “é proibido pisar na grama” foi colocada La no meio da grama?
“pra que serve o bolso de um pijama?”
“por que o pato donalds sai do banho enrolado em uma toalha sendo que ele não usa short no desenho?”

“Se os homens são todos iguais, por que as mulheres escolhem tanto?

“por que eu fiz tantos ‘por quês’ nesse texto?”

“por que eu acho que alguém perderia tempo lendo o que eu escrevi?”

“por que você leu o que eu escrevi?”

"será que alguém vai me responder?"

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Então, vamos comemorar.

Parece que ainda ontem, juntávamos para comemorar. “comemorar o quê?” Pergunta desnecessária. O importante era comemorar.

– Vamos fazer um churrasco...
– Eu levo carne, lá em casa tem...
– Ah, eu levo o carvão...
– já que como sempre, ele vai levar o carvão, posso levar dois refrigerantes...
– Ta, beleza, mas poh, no mínimo, Coroa heim.


Parece que ainda ontem juntávamos para comemorar. “comemorar o quê?” O importante era comemorar.

– Vamos marcar uma pelada
– Boa. Aí a gente faz um churrasquinho. Poh tem uma costela lá em casa, posso levar...
– Ah, eu levo o carvão...
– vamos fazer 20 litros de gammy


Parece que ainda ontem juntávamos para comemorar. “comemorar o quê?” o importante é comemorar.

– Aí galera, final de semana é o aniversário do meu filho, quero todo mundo lá heim
– Opa, eu to lá
– Amanha já vou comprar o presente
– Ah, eu levo o carvão



Parece que ainda ontem juntávamos para comemorar. “comemorar o quê?” o importante é comemorar.

– Aí, aluguei uma casinha, é humilde, mas vamos fazer algo lá pra estrear
– Eu vou levar uma vodka pra fazer uma caipiríssima
– Ah, eu levo o carvão...
– Poh, nem vai ser churrasco



Parece que ainda ontem juntávamos para comemorar. “comemorar o quê?” o importante é comemorar.

– Final de semana eu vou fazer uma festinha pra marcar meu noivado
– Eu dou uma caixa de cerveja
– Eu dou mais uma caixa de cerveja
– To pegando estrada e chegando aí
– Ah, eu acho que não vou poder ir, mas se eu fosse eu daria o carvão.


Pelo visto, sempre vai parecer que ainda ontem juntávamos para comemorar... “comemorar o quê?” nem importa, afinal de contas... O IMPORTANTE É COMEMORAR


sábado, 10 de julho de 2010

A mais dura verdade


Pessoas, quanto mais eu as conheço, mais sinto saudade dos cavalos.
Hoje eu queria falar sobre a força, sobre docilidade e sobre a lealdade de um cavalo. Um animal, irracional, que tem que passar pela doma, mas que poderia muito bem ensinar muitas coisas aos homens e também às mulheres. Mas, mais uma vez, falo sobre a fraqueza, sobre a amargura e sobre o egocentrismo das pessoas.

Não sei quem e nem por quê, mas alguém disse que o homem (e as mulheres) é o centro do mundo. Pior do que terem dito, foi o próprio homem (e as mulheres) ter acreditado nisso. Hoje, a coisa vai além, as pessoas não olham tão somente a humanidade como o centro do mundo, cada indivíduo se acha o centro do universo.

Queria eu, que isso fosse apenas um problema das grandes cidades, dos grandes centros, se fosse assim, seria fácil, era só pegar minhas trouxas e me mandar pro interior novamente.



Não pense que viu certas histórias só em filmes, elas acontecem a todo instante, aqui, ali, lá. Não pense que não está, por que você está, mesmo sem perceber e não, não é um filme e nem uma novela mexicana, muito menos de Manuel Carlos. É real, acontece, como já disse, aqui, ali, acolá. Porém, também, não pense que tudo é dito pra você. Não se coloque no centro do mundo. As coisas que acontecem contigo, acontecem exatamente igual com várias outras pessoas.

A imperfeição das pessoas começa justamente pelo egocentrismo, até mesmo quando são citados erros, as pessoas se colocam no centro, como se tudo fosse dito para elas e quantas pessoas não vestem a mesma carapuça? O mundo ta cheio de "histórias de cartomante", sempre tem alguém que se enxerga. E em alguns casos, da até "briga" pra se enxergarem.

Se as pessoas são realmente imperfeitas? Não sou eu quem posso afirmar, mas entre lidar com um cavalo ou com uma pessoa, eu escolho o cavalo. Se ele quiser me derrubar, irá fazer isso na "minha frente", diferente das pessoas.

Por isso, digo e repito.

Pessoas (estou me incluindo nelas), quanto mais eu as conheço, mais sinto saudade dos cavalos.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

A comédia da vida Real

Era uma vez, uma história que serviria para escrever um livro, mas que acabou se transformando em “apenas” um post no blog. E essa história começa justamente com “era uma vez”...


Era uma vez, em uma cidadezinha universitária interiorana, um grupo de amigos ou colegas, como preferir. Um grupo como outro qualquer, formado por jovens, pessoas reais e imperfeitas, que se adoravam em presença, mas que não deixavam de ressaltar os defeitos dos outros integrantes quando esses estavam ausentes. Esse grupo era formado por estudantes de engenharia e apenas um de arquitetura, mas que lá no fundo, iria acabar um dia sendo engenheiro também. Paralelamente, existia uma menina, que terá seu papel na história.

No meio da galera, Toth sempre foi um dos mais “sabidos”, com uma bagagem de vida maior. Sereno, sabia lidar com os próprios problemas e com os defeitos dos outros de forma sensata e talvez por isso, depois de um período não tão curto de tempo, acabou se acertando com Pâmela, uma das pessoas mais doces que se pode existir, conselheira de tudo e de todos, porém um pouco inocente demais para o mundo.

Um outro casal existia. Pois é, existia, de não existe mais. Leonardo era gente boa, um pouco marrento, mas gente boa. Ele namorava Viviam e hoje namora Júlia, aquela menina que vivia paralelamente ao grupo. Ironias do destino, ela nunca foi bem aceita pelo grupo, de repente se tornou parte de um grupo, dentro do grupo já existente.

Viviam, bela e solteira, passou a atrair olhares e interesses. O estudante de arquitetura foi um deles, apenas um dos muitos. Marcelo, que parecia que começaria a namorar a outra Viviam que também fazia parte do grupo, desistiu misteriosamente. Suspeitas rondam, mas ninguém quer falar sobre isso.

Pessoas sempre são imperfeitas, algumas atitudes podem ser dignas de aplausos e de desconjuro ao mesmo tempo. Como por exemplo, no caso de Flávio, que escondia de seu “melhor amigo”, Carlos, um segredo, por vergonha ou por medo de perder a amizade. Falsidade, ou amizade verdadeira? Depende da óptica de quem vê. Na roda, quando Flávio não se fazia presente, o comentário era de que isso é falsidade, mas também ninguém nunca ousou a contar para Carlos esse tal segredo de Flávio.


Em uma roda de amigos, em que, fulano agradava de Beltrano, que agradava de Sicrano, que era cobiçado por terceiros...

Em uma roda de amigos, em que, fulana, falava mal de beltrana, para sicrana, que escutava beltrana falando mal de fulana e sicrana via beltrana e fulana as mil maravilhas na frente uma da outra.


Não sei bem, mas acho que já vi essa história com outros personagens em algum outro lugar.




quarta-feira, 23 de junho de 2010

"aonde eu entrego? "

Ali estavam os dois, enquanto o silêncio imperava, pela cabeça dele, pensamentos que iam de “amor a zona” e imaginações sobre “essas tais simplicidades” e bem quando por sua cabeça passavam questionamentos sobre quais seriam “as cores dela” ela quebrou o silêncio:


[ela] - As vezes sinto falta de mim...

[ele] - Eu também.

[ela] - Também sente falta de si?

[ele] - Não. De ti.

Foi quando a silêncio novamente voltou e mais uma vez foi quebrado por ela:

[ela] - O quê você gostaria de ter?

[ele] - Um abraço, por agora, me bastava. E você?

[ela] - Não sei, mas, talvez, tempo.

[ele] - Você tem. Todo o tempo do mundo

[ela] - Eu quero voar.

[ele] - Se quiser eu tento contigo

[ela] - Seria necessário muito vento.

[ele] - Vento? Eu invento.



Nesse momento, ela se virou, saiu andando e disse:



[ELA] - EU QUERIA A LUA.



E de repente, escutou quando ele chamou pelo seu nome, parou e olhou para trás....

segunda-feira, 21 de junho de 2010

E lá vamos nós.

Tem dias que a Saudade bate, bate e bate com força, na cara, de mão aberta e assim, a vida, que judia mesmo quando ensina, aproveita o momento para tripudiar de nós e não nos deixar esquecer
que ela é dura, fria e as vezes covarde. Aí é a hora de ter força e saber que mesmo contrariados, não estamos derrotados. Aí é a hora de se levantar, bater a poeira da roupa e ter consciência de que tem dias em que se beija o chão, mas também tem os dias de beijar boca.



terça-feira, 15 de junho de 2010

"Mundo moderno, marco malévolo."

Ai que saudade da minha infância...

Ai que saudade do tempo em que a molecada se divertia soltando Pipa e jogando Baleba e as meninas brincavam de boneca.

Do tempo em que funk era Claudinho e bochecha, Márcio e Goró e MC Marcinho e que as letras diziam “gatinha, quero te encontrar”, “me encantando no sonho de um adolescente que não conseguiu amar” e “amor, por que você me trata assim, apenas quero te fazer feliz”.

Saudade do tempo em que fotos não eram tiradas pra colocar no Orkut e sim para lembranças, aliás, do tempo em que se quer existia Orkut e jogar super Mário e super star soccer no Super Nintendo era o máximo.

Em que se mandava cartinhas para dizer “eu te amo” e não scraps, depoimentos ou textos em Blog. 

Do tempo que as crianças tinham tamagotsh e não aparelho celular e que maquiagem era coisa de gente grande.

Músicas tinham coreografias e dançar na boquinha da garrafa era até inocente.

Do tempo em que não existia rebeldes e sim chiquititas e TV colosso era muito divertido

Saudade até mesmo de quando merthiolate ardia

Saudade do tempo em que a vida era menos louca.

Queria saber quem acelerou o mundo assim...

Hoje, pra conversar em particular com a pessoa que mora comigo e está sentada a menos de um metro de mim, mando uma mensagem por MSN.

Se esquecemos o celular em casa, coisa que a pouco tempo atrás nem tínhamos, é um Deus nos acuda.

Levantamos de manha e antes de tomar café o computador está ligado.

Conhecemos o significado de VC, MSM, BJ, DPS, XAU, NAUN e tantas outras mais.

As vezes o telefone toca em casa e ao atendermos falamos a nome da firma e quantas vezes pra ligar do nosso próprio lar apertamos 0 ...

Se nosso computador para de funcionar, parece que quem parou foi nosso organismo.


Pra quem está nessa, Bem vindos ao mundo moderno.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Em clima de Copa?

Futebol é coisa séria! Eu me lembro já ter dito isso aqui, também me lembro de ter dito que não tocaria nesse assunto, mas poh, Copa do mundo é copa do mundo né. Época em que o patriotismo toma conta de cada cidadão, que todo mundo torce em conjunto, até os bancos fecham em horário comercial, então vale um post.


A copa do Mundo está ai, batendo à porta, e na teoria, o país era pra estar eufórico, eu então, maníaco por futebol como sou, nas edições anteriores já estaria com camisa, peruca verde e amarela, cornetas, ops, esse ano é “vuvulzela”, de pronta mão, mas confesso que essa euforia ainda não tomou conta de mim. Não sei se o problema é só comigo, mas também não tenho visto muito disso por aí. Ruas pintadas, bandeirinhas penduradas, fitas verde e amarela, carros dizendo “rumo ao hexa”. Tenho até visto pessoas dizendo “sou Espanha”. “Vou torcer pra Argentina”.

O motivo, eu não sei, mas acredito que seja a falta de carisma dessa Seleção do Dunga. Confesso que não tenho muito apego à ela. Claro que quando a bola rolar, lá estarei eu, gritando, xingando, vibrando e sofrendo como a grande maioria dos brasileiros. Mas aí entra uma coisa, a Seleção Brasileira sempre foi um “bem” do povo. Mesmo quando o futebol não era tão artístico como, por exemplo, em 94, tínhamos Ricardo Rocha, Bebeto, Romário, tão gênios com a bola nos pés quanto carismáticos. Já tivemos Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho, Taffarel. Hoje vemos Felipe Melo, um brucutu de chuteiras que se acha craque e ainda teve a cara de pau de se sentir ofendido quando um Jornalista, que por sinal é ótimo (Paulo Vinicius Coelho-ESPN Brasil), perguntou a ele se poderíamos esperar do Felipe Melo mais produtividade do que ele vem mostrando na Juventus. Hoje temos uma penca de jogadores que não tem história alguma em algum time de seu próprio país. Gilberto, não é tão bem visto nem mesmo pelos cruzeirenses. Michel Bastos, com todo o respeito ao Figueirense, se for ídolo é do time catarinense. Já até ouvi dizer que ele é muito bom no Playstation, mas eu sou da época do dynavision, e também da época que quem era bom era o Alejo, no super Nintendo, então pra mim isso não faz muita diferença. Josué, Elano, Doni, puts, tenho tanto apreço por eles quanto a um zagueiro da Costa do Marfim. Esses dias vi a seleção jogar contra a Tanzânia, e como disse Bruno Mazzeo, “ eu não conhecia esse país. Tem no War?”. Por falar em Bruno Mazzeo, lendo o que ele disse sobre a seleção, sou obrigado a concordar com o mesmo. “falta ao escrete canarinho carisma”

Pausa no sofrimento que atualmente é (pelo menos pra mim) o brasileirão, entre em campo a copa do mundo e mesmo sem carisma, ainda aposto que a “coerência” do Dunga (isso pra não dizer outra coisa) calará críticos como eu, e será capaz de me trazer a euforia de uma copa do mundo de volta. Se a seleção fracassar ou mais uma vez for campeã, pelo menos não terei de ouvir ninguém me sacaneando.



Boa Copa pra todos nós.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

A benção...

Eu quero pedir a bênção, mas não “a bênção, João de Deus”. Quero a Bênção para João, que também é de Deus. Quero a bênção e que ele, mesmo nas incertezas de um caminho tão difícil, tenha certeza de que pode contar com os amigos. Amigos que eu, muito honrosamente, com ele compartilho. Amigos desde quando? Só Deus sabe. Amigos até quando? Essa eu sei. Pra sempre. Já ouvi dizer que “amigo” é uma palavra fácil de pronunciar, porém difícil de ter. Desculpem-nos, somos a exceção que faz a regra. Nós nunca tivemos um amigo, sempre tivemos, ou melhor, sempre fomos um grupo inteiro de amigos abertos a receber mais e mais amigos. Os caminhos mudaram, os objetivos e os prazeres também, mas, mesmo longe, continuamos juntos e mesmo nos desencontros e desentendimentos, a amizade nos faz nos encontrarmos e nos entendermos. Se um dia tudo se acabar, a amizade nos dará força suficiente para começarmos tudo novamente, de um jeito singular e único para que cada momento que vivermos juntos, seja guardado para sempre, por que isso é bênção. Então que a bênção não venha tão somente para João, que é de Deus, que venha para Joãos, Thiagos, Jefersons, Rafaels, Natanaels, Romeros, Estéfanos, Marlens, Mariels, Robertos, Geraldos, Millers e agregados, que também são de Deus. Amigos, filhos, pais, a versão mais profunda de pessoas que se querem verdadeiramente bem, que se estimam, se respeitam e que sustentam uma amizade baseada na cumplicidade dos momentos feitos para dividir as tristezas e multiplicar as alegrias.


Quando deixarmos de existir, a amizade continuará, assim, caso venhamos a nascer de novo, por ela, saberemos nos encontrar.





E Agora, para finalizar esse post, com a licença dos musicalmente diferentes e uma citação ao novo amigo, Nélio Souto e à musica que sua avó cantava quando ele era criança. “eu quero ter um milhão de amigos e bem mais forte poder cantar”

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O contraste em pessoa.


Ali está ela, sentada, quieta, calada, concentrada. Autismo? Anti-social? Talvez, mas prefiro algo do tipo... Timidez ou até mesmo falta de noção exata da intensidade de seu brilho. Brilho esse, que às vezes se ofusca por infinda discrição, que por sua vez, não é páreo para a força desse brilho e assim, esses dois contrastes travam uma intensa disputa por espaço fazendo com que as atenções se voltem sempre em sua direção.  E o que chama mais atenção? Pergunta histórica, “Tostines vende mais por que é fresquinho ou é fresquinho por que vende mais?” No caso em questão. Ela chama atenção por saber ser tão discreta ou é discreta por saber que chama tanta atenção? Mística contrastante. Leva a liberdade exposta à pele e vive presa a um mudo reduzido.   
Ela trabalha, tenta ser independente, nem sempre ta disposta e não finge estar sempre contente. É estilosa, tem jeito irreverente, fecha a cara, mas encanta quando passa sorridente.  Maga magia, do tipo que tira pra dançar sem sair do lugar, sem colocar os pés no chão, sem musica pra acompanhar. Lua que luzia a noite, que  acaba por virar dia.  Água que seca em meio à chuva de bruxaria. Bela imagem, forte visão, obra de arte em companhia da solidão.  Contrastes, opostos que se misturam , levando tristeza à rua da alegria e desordem à rua da harmonia. Ela é quase isso, um pequeno ponto na imensidão, um forte brilho na escuridão.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Um slogan de vida

O mundo é dos nets, mas em 20 minutos tudo pode mudar e é por isso que eu vivo a vida com uma energia que dá gosto para conseguir superar cada desafio que surge, afinal de contas, o desafio é a nossa energia. A vida pode não ser uma Brastemp, o dia a dia nem sempre é gostoso como eu gosto, às vezes é necessário despertar o tigre que existe em você e ter mil e uma utilidades, mas, por mais dura e difícil que seja, eu amo muito tudo isso.

Qual é a boa? Eu ainda não sei, porém resolvi viver sem fronteiras, e você? Ah, vem ser feliz. Tem coisas que não tem preço então se divirta, sorria, alegre-se, deite e role por que se sujar faz bem, abuse e use do que foi feito pra você, daquelas pessoas que tem dedicação total a você, que você conhece, você confia. Acrescente S no final das palavras, amigo, sorriso, alegria, por que nesses casos a vida com S é mais gostosa.

Às vezes, a felicidade, a satisfação está em coisas tão bobas que nem reparamos, pode ser em um papo de mulher pra mulher, em ser mais um apaixonado por carro como todo brasileiro ou em coisas como um “oi”, simples assim, mas que dependendo da hora refresca até pensamento.

O fato é que o mundo da voltas e que as voltas do mundo nem sempre são redondas, só nos cabe nos preparar e definir como encará-las. Eu encaro levando a vida sorrindo e pensando que redondo mesmo é rir da vida e isso nem é questão de estilo, que ou você tem ou você não tem, ta mais pra criatividade mesmo, existem mil maneiras de preparar, invente uma. Just do it... impossible is nothing .

Bom, então é isso... a gente se vê por aqui.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O maior dos segredos.

Fui informado por mim mesmo, meio que sem jeito, no meio de uma madrugada, que dentro do peito havia um segredo.

Bem quando tinha em meus braços um amor diferente, me veio à mente as palavras doces que um dia falei pra alguém, pra aquela que tanto me amou e que me beijou como ninguém, aquela mesmo, que levou o meu sorriso junto com o dela e que sem falar no que é de direito, arrancou-se o que havia no meu peito.

Deixando gravado em minha mente, no meu espaço e em alta resolução, alguns de seus retratos.

Aquela que matou o meu amor e de herança, não sei se por vingança, só lembranças deixou. Lembranças de que um dia confidenciamos nossos segredos, de que por ela, mudei os meus planos.

Planos? Pobres enganos, e é com esse conceito que hoje conto pra essa mesma parte de mim um outro o segredo. Que o amor o qual tanto fui atento, hoje já não goza de meu encanto e que não é por conta dele que espalharei meu canto. Que mesmo mergulhado na incerteza do destino, sem saber qual a escrita do roteiro divino, digo que a única coisa que me cabe é falar com orgulho do amor QUE TIVE, sim, aquele mesmo que me será apenas uma eterna lembrança.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ao pé da letra? . Ah, o pé da letra.

O mundo e seus conceitos. Analisar alguns conceitos que encontramos pelo mundo pode ser cômico, mas, também pode ser muito trágico. Depende da conotação.

Começo meu “mosaico de citações” falando sobre os “filhos da puta”. Antes, eram os que nasciam do ventre de uma profissional do sexo. Hoje, já não tem nada a ver com a mãe do cidadão. O sujeito passou a ser filho da puta por si só, já encontramos até filhos da puta sem mãe por ai. E os que são “bons pra caralho”? Ah... Não estamos falando de remédio para impotência, é só mesmo a conotação.

“Filho da puta” era pra ser xingamento, hoje em dia já é até elogio. “Bom pra caralho” era pra ser algo feio, hoje é descolado. Eu disse que podia ser cômico... e trágico

Trágico é quando falamos de coisas mais sérias. Exemplo: Honestidade, algo que deveria ser normal, todo mundo prega a honestidade e fala que se todos fossem honestos o mundo seria muito melhor, mas quando acontece algo em que um cidadão usa realmente da honestidade, vira até noticia de jornal... “EXTRA... EXTRA, faxineiro de banheiro de aeroporto encontra 15 mil dólares enquanto trabalhava e entrega à Polícia”... Pior do que virar notícia é saber que a grande maioria ainda comenta “babaca, podia dar um jeito na vida dela, eu não dou uma sorte dessas”.

Sinceridade, quem não acha lindo a tal da sinceridade? Agora, experimente, quando sua esposa disser “AMOR, eu engordei tanto”. Dizer, “é mesmo amor, ta na hora de fazer um regime, minha baleiazinha”, ou então numa balada, falar pra sua namorada, ”amor eu vou ali ao banheiro, mas é só pra olhar de perto aquela ruiva que está ali sozinha”. A sinceridade deixa de ser bonita. A pessoa sincera vira uma grosseira. Aí, mentir passa a ser bacana... Aliás, e aí, ta gostando do Blog? Seja sincero... Ou não.

Ser comunicativo é bom, interage com pessoas facilmente, se ambienta em qualquer lugar... CUIDADO... Se for mulher, você pode ser chamada de “dada”. Ser for homem, de enjoado.

Fulano está apaixonado... ah que lindo!... A namorada do fulano terminou com ele e ele ta triste. ... ah que trouxa!.

Nesse nosso mundinho “filho da puta”, são tantos os conceitos e conotações que eu me perco e nunca sei quando é pra entender “ao pé da letra” ou pra usar “o pé da letra”.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

83 anos de orgulho para uma nação

Falar sobre futebol é algo complicado, envolve paixão. Pessoas sofrem, riem, choram, cantam, perdem a voz, brigam com esposas, desfazem amizades, tudo por causa dele e é por essas e outras, que FUTEBOL é coisa séria. Há um dito popular que diz que “política, religião e futebol não se discute” e por concordar com isso, não tinha ideia de falar sobre “o dito cujo” no blog, mas, hoje é um dia especial, diferente, atípico e por isso vou abrir uma exceção.




Dia 21/04 á a data de aniversário de um marco no esporte nacional e mundial. No dia 20 de Abril de 1927, os principais jornais do país noticiavam: “INAUGURA-SE AMANHÃ O MAJESTOSO 'STADIUM' DO VASCO DA GAMA” (o Globo, edição vespertina); "UMA DATA GRANDIOSA PARA O SPORT NACIONAL. O Club de Regatas Vasco da Gama inaugura amanha o seu majestoso stadium de São Januário" (Correio da Manhã). E então, no dia seguinte, Vasco e Santos vieram a campo e inaugurava-se o Estádio Vasco da Gama, que por ter parte localizada na Rua São Januário, ficou popularmente conhecido como São Januário. Para os mais íntimos, “meu caldeirão”.

São Januário, que hoje (21/04/10) completa 83 anos, extrapola os limites do orgulho de qualquer vascaíno, de qualquer pessoa que admira histórias de superação. O club de regatas Vasco da Gama por ser um time da zona norte, por conter pobres e negros no time, corria o risco de não ser incluído na Liga do futebol carioca e a desculpa era de que não possuía um estádio para jogar. Com arrecadações da torcida, de empresários portugueses, começou a se erguer o então maior estádio de futebol das Américas. Vale ressaltar que o Estádio foi construído em 10 meses e que ainda enfrentou contratempos como, por exemplo, o presidente do Brasil ter proibido a importação do cimento na época.

Antes de falar sobre os jogos de futebol, não posso deixar de citar os Corais do Maestro Vila Lobos, o comício de Getúlio Vargas para anunciar a consolidação das primeiras Leis trabalhistas do País e o desfile das escolas de Samba do Grupo especial do Carnaval do Rio de Janeiro que também aconteceram no estádio de São Januário.





    No dia 30 de Abril de 2002, o Travel Channel, famoso canal de televisão especializado em turismo realizou uma pesquisa que incluiu São Januário entre os sete melhores estádios do planeta para se assistir uma partida de futebol, junto com Camp Nou, Giuseppe Meazza, La Bombonera, Ibrox Sadium, Stamford Bridge e o Estádio Olímpico de Munique. A emissora apontou São Januário como um dos mais famosos do mundo e lembrou o fato de o Vasco ter sido o primeiro clube brasileiro a lutar contra o racismo, admitindo negros no seu quadro de atletas. O estádio ainda se destaca por resguardar traços originais de sua construção e ter sua fachada tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Em 2008, o estádio também ganhou o prêmio de 'Maravilha da Zona Norte', ficando em primeiro lugar numa votação para escolher as sete maravilhas da Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro.

São Januário se tornou temido por adversários, já foi palco de grandes conquistas, de alguns vexames, de jogos marcantes, palco do Milésimo gol de um certo baixinho ai. celeiro de craques, casa de tantos outros, São Januário virou “o caldeirão”.

Hoje, o Clube de regatas Vasco da Gama, mesmo desde seus primórdios, lutando contra tudo e contra todos, vive talvez, a pior realidade de sua gloriosa História, mas sem deixar de trazer orgulho a quem o ama. Eu já nasci Vasco da Gama e pra sempre vou amar. Agora, convenhamos, já que Deus meu deu o dom de torcer para o “maior clube do mundo”, eu não vou ficar perdendo meu tempo sendo realista né?

Hoje e sempre, eu vou torcer pro Vasco ser campeão, SÃO JANUÁRIO, MEU CALDEIRÃO.


Estádio Vasco da Gama (São Januário): 83 anos de orgulho.

domingo, 11 de abril de 2010

Axé Brasil, Axé Minas Gerais. EuVOuLUINDO.


Hoje tem festa,
Oxente, Uai,
Vem com a gente que um mar de gente vai
Axé Brasil, Axé Minas Gerais.


Minas do Clube da esquina
Minas de Belô
Minas das Meninas
Minas de amor.
(...)


Enfim chegou o dia. Belo Horizonte acordou em clima de festa, o estádio Governador Magalhães Pinto, no alto de sua imponência e importância para o futebol mineiro e brasileiro abriu suas portas para mais um grande clássico, só que dessa vez, assim como já vem sendo há alguns anos, as grandes estrelas foram da musica, mais precisamente da música baiana. Em campo, milhares de foliões, se divertindo ao som de um time de craques que fazem qualquer estádio tremer.
 
 
Assim como Mano Goes escreveu e Tuca Fernandes canta na música que virou hino do evento, “veja que felicidade, nos olhos da cidade, Minas hoje é Bahia do nosso Senhor”... E a felicidade nos olhos da cidade realmente é notória e pra entender tamanha felicidade, só conhecendo esse evento mesmo.
 
 
 
 
Em 2009, fui presenteado e pude conhecer, desfrutando de boa companhia, o tão famoso e até então Axé Brasil Extra, pude sorrir junto com a cidade e sentir o coração bater forte ao entrar no Mineirão e curtir duas noites ao som das 13 maiores atrações da Musica Baiana do momento e mesmo não tendo nascido em Minas Gerais gritei “bato no peito com orgulho pra dizer, que eu sou mineiro, micareteiro até Morrer”. Depois disso, eu só tinha uma conclusão para o Axé Extra: “Bão dimais da conta sô”
 
No fim de 2009, como sempre, escutando rádio, ao escutar as primeiras propagandas do Axé Extra 2010, o coração bateu forte, porém, apertado, a vida de universitário, estagiário não me permitiria curtir o Axé 2010, mas dessa vez não fui presenteado por uma bela Mineira e sim pelo destino e isso ocorreu ao abrir o site da minha faculdade e ver escrito “vagas para estágio em diversas áreas do axé 2010”. La fui eu, me candidatei e  “tchamram”...
 Contratado para estagiar na área de comunicação do Axé Extra 2010.
                                                                                                                 Léo Dias - Diretor da DM Promoções



Mais de um mês de trabalho. Momentos ótimos, momentos tensos, contato com pessoas importantes no meio. Atuação muito bem feita na área de criação (me surpreendi comigo mesmo) e hoje talvez a coroação desse trabalho.
                                                                                                      Logo da Parceria UNA e DM - Criação - Thiago Meira


Pois é, chegou o grande dia, quando tudo acontece, e eu pude passar dois dias vendo e participando de todos os bastidores do maior festival de axé do Planeta, em contato direto com a equipe da Radio Extra FM. Conheci cada canto do evento, da sala de imprensa aos camarins, da arquibancada ao mais badalado camarote, dos corredores de produção de palco à cabine de transmissão da rádio.

O modo como fui recebido e tratado por cada componente da equipe foi extraordinário. Por isso não posso deixar de agradecer a cada ensinamento, a cada minuto de atenção que todos me deram, em especial, Kayete e Gil Neves pela receptividade, Claverson e Victoriano pela aula de transmissão e novas tecnologias, Guilherme Grossi pela atenção, pelo carinho com que me recebeu e me atendeu e, Gabriela (ops,) Gabi Mafra, pela atenção, pela paciência e pela companhia. Denise e Paulo da DM promoções também foram fantásticos comigo.


O axé 2010 se foi. Mas deixou muitos ganhos na minha vida acadêmica, profissional e com certeza pessoal, pois o caminho para realizar alguns sonhos nunca estiveram tão claros na minha frente e eu nunca estive tão convicto da minha capacidade.


2009 na pista, como Folião.
2010 nos Bastidores, como estagiário. 
2011...........................???

quarta-feira, 31 de março de 2010

Natividade. Sempre N'atividade.















“ Minha cidade é uma graça.                                    
 no centro tem um jardim.                                    
o jardim fica na praça.                                          
e a praça dentro de mim”.                                                   
 (Iraci do Nascimento)                                        



Nativo de Natividade

Mantendo-se em atividade,

Brigando com a saudade

Da pequenina cidade,

Que, aliás, sempre foi uma graça.


Em Busca de um belo horizonte

Alimentado pela esperança de um amor,

Que foi infinito enquanto durou,

Junto com alguns pertences, nas malas,

Doces lembranças da vida mansa no interior



Dos domingos de tédio

A constatação de um dito, que dou como certo,

“Eu era feliz e não sabia”

Da vida pacata,

A expressão de um clichê

“Nunca estamos totalmente satisfeitos”

Da vida de hoje

A certeza de que

Por mais belo e distante que meu horizonte possa ser.

Comigo estarão as lembranças da terra que me viu nascer,

Da imponente igreja, das festanças no centro, onde fica o jardim,

Dos passeios na praça, que com toda a sua licença Iraci,

Também fica dentro de mim.

                        

quinta-feira, 25 de março de 2010

Belo Horizonte, A terra que hoje me acolhe.

Momento Publicidade no blog.

Trabalho de leitura e produção de texto passado pelo professor João Guilherme Dias (sou fã desse cara). O objetivo era criar Paródias e paráfrases de um poema, de uma música e de uma campanha publicitaria. A parte que me coube no grupo, foi a da campanha.
Esse texto é uma paráfrase da campanha do Shoping Rio Sul, adaptada para a Cidade de Belo Horizonte.

Para os Mineiros, Belo Horizontinos, espero que eu tenha conseguido demonstrar as qualidades de Belo Horizonte de forma correta. Para os não mineiros, que não conhecem a cidade, assista o vídeo e venha visitar Belo Horizonte. Belo até no nome.





domingo, 21 de março de 2010

sets de inspiração

Sete quedas um dia existiram,

Como sinos que embalavam a sonoridade.

Sete notas musicais embalam minha inspiração.

Inspiração? Sete quedas? Sete notas?

Ah! então, sete damas que, infelizmente, por mim não passaram.

Mas, sete damas que em mim ficaram. Sete musas.

DOce seja a proteção de Hera, Deusa do casamento, para aqueles que ostentam um matrimónio.

REverenciada, Deméter, pela fertilidade do solo e dos campos.

MIsticismo e fogo rodeiam Héstia e as juras de virgindade perante Zeus, mesmo sendo cortejada por Possêidom e Apolo,

FAzendo assim com que, também, sejam entendidas as contradições quanto a Ártemis, Deusa da caça e protetora dos animais, virgem e protetora dos partos ao mesmo tempo.

SOLícitos eram os poderes de Atenas, proporcionando sabedoria, estratégia e justiça

LAstimaveis, quando utilizados para a guerra.

SImples de entender é Afrodite. Deusa do amor, da beleza e do êxtase sexual. Casada com Hefesto, o traiu com Ares, com quem gerou Eros, o garoto alado que atira flechas para que pessoas se apaixonem.

Uma das flechas do fruto da traição de Afrodite pode ter me acertado, por isso, merece um castigo.

A Beleza dela não é mais soberana. Perde para a sétima musa. “Aquela que comanda”.
Mas, e a nota, qual irei usar? Usei sete notas para falar de seis musas. Fica essa pergunta. Iannotta?

Talvez em algum cântico grego exista alguma nota perdida, talvez no hebraico, no aramaico e, por que não, pode surgir de um toque NA yara dos tupis-guaranis uma nota guardada só para ela?

Assim, com o toque Nayara, Iannota, deixa de ser uma pergunta tão importante.